Vale a pena investir nos Estados Unidos com o dólar acima de R$6?

Você também fica desanimado quando você vê o preço de um produto importado e pensa duas vezes antes de converter? Infelizmente, isso vem acontecendo com frequência. E não é pra menos, o dólar deu aquele salto de novo, já está na casa dos R$6. Este é aquele momento em que o pessoal que gosta de investir começa a suar frio na hora de pensar em comprar ações fora do Brasil. Contudo, sempre tem um jeito de tirar proveito das situações complicadas. Já ouviu falar em diversificação de investimentos?

Investir em ações nunca foi sobre pagar barato na hora de comprá-las, mas sobre o que ele pode se tornar lá na frente. Até mesmo com a alta do dólar, o mercado americano está cheio de oportunidades, enquanto o mercado nacional vem cada vez mais sendo inconstante. Isso não é motivo para desanimar, afinal de contas, dá para encontrar boas oportunidades investindo fora.

Diversificação é o segredo para não perder dinheiro

Se você tem X valor e quer aplicá-lo, você não vai apostar todas as fichas em um só negócio. O certo é ter uma margem de segurança, chamada diversificação.

Investir fora não é só sobre ficar na defensiva. É também sobre partir pro ataque! Quem entra nesse ramo de mente aberta e ter noção de que não se pode a oportunidade só porque o câmbio está alto.

E tem mais: investir no exterior é abrir a cabeça. O Brasil é só um pontinho no mapa financeiro global. Focar só aqui é como ver só a ponta do iceberg. E cá entre nós: quando o assunto é inovação, tecnologia, inteligência artificial e energia renovável, a primeira referência que pensamos são os Estados Unidos. Então, por que se limitar em olhar apenas para o mercado nacional com toda a oscilação que acompanhamos diariamente nos noticiários? Investir com inteligência requer visão e estratégia.

Dólar nas alturas? Calma, tem jeito!

Pode parar com o medo de investir nos Estados Unidos e levar prejuízo. Se você tiver paciência e estratégia, vai longe!

Comece a comprar dólar aos poucos, sem empolgação. Acompanhar diariamente e ver qual o preço médio. Assim, você aprende o momento certo de adquirir os seus dólares.

Outra ótima opção é investir em ativos dolarizados sem precisar converter tudo de uma vez. ETFs e fundos globais fazem esse serviço pra você, deixando seu dinheiro exposto ao mercado americano sem aquele susto inicial.

Se você é do tipo que gosta de variar suas opções, tem ainda os REITs (fundo de investimento imobiliários) e os Bonds (títulos do governo dos EUA), que misturam proteção e rentabilidade, sem dor de cabeça.

Olha só, investir no exterior já não é coisa de filme! Hoje, qualquer pessoa com um celular na mão pode abrir uma conta em uma corretora e aplicar dinheiro fora do Brasil, sem complicação. E o melhor? Não precisa ser milionário para isso, basta ter disposição e visão de mercado!

O dólar ainda vai subir mais?

O dólar vem subindo, mas não dá para projetar com exatidão quanto ele vai estar daqui a um mês ou um ano. Os juros nos Estados Unidos continuam altos, e isso atrai investidores do mundo todo, fortalecendo ainda mais o dólar. Enquanto isso, aqui no Brasil, a inflação só vem crescendo. Além disso, na China, que é um dos motores da economia global, também influencia o mercado.

Vários fatores são relevantes para ditar o valor do dólar, como as eleições nos EUA sempre balançam os mercados. Um simples discurso pode mudar tudo em questão de horas. Já pensou o impacto disso na sua carteira de investimentos? Ter uma parte do seu patrimônio dolarizado é, no fim das contas, uma forma esperta de se proteger dessas inconstâncias.

O verdadeiro perigo? Não agir

E aí vem a pergunta de um milhão de dólares: você quer mesmo deixar seu dinheiro 100% nas mãos da economia brasileira? Apostar todas as fichas num único cavalo de corrida? Diversificar não é um luxo, é um instinto de sobrevivência!

Mesmo com a Selic lá no alto, a renda fixa nacional não protege contra a desvalorização do real. E olha, com tantos produtos e serviços sendo precificados em dólar, quem não tiver pelo menos um pedaço do patrimônio atrelado à moeda americana pode ver seu poder de compra derreter sem aviso prévio.

Os especialistas batem na mesma tecla: ter entre 15% e 30% da sua carteira em ativos internacionais é um caminho inteligente pra quem busca segurança e crescimento sustentável. Isso não significa abandonar os investimentos no Brasil, mas sim equilibrar as coisas. Afinal, quem quer surfar bem precisa saber ler as ondas antes de entrar no mar.

E tem mais uma coisa: o mercado americano tem ativos que simplesmente não existem aqui. Empresas revolucionárias, setores altamente desenvolvidos e uma gama de investimentos inovadores. Por que ficar de fora?

Investir: Segurança para o futuro

Investir no exterior não é sobre tentar adivinhar o câmbio do dia seguinte. É sobre construir um futuro mais seguro, com um patrimônio sólido e diversificado. Quem entende isso não se desespera quando o dólar sobe. Pelo contrário, vê isso como oportunidade. Afinal, o mundo não é só real, ele tá cheio de dólares prontos para trabalhar por você!

Quando você joga no longo prazo, percebe que investir lá fora não é só uma escolha financeira, mas uma decisão de vida. Enquanto alguns ainda estão na dúvida, outros já tão abrindo caminho para um futuro global. E aí, de que lado você quer estar?

Então, se ainda bate aquele receio de investir fora, pensa na tranquilidade de saber que parte do seu dinheiro está protegido contra os humores do Brasil. Comece devagar, explore as opções e vá expandindo aos poucos. O mundo financeiro nunca foi tão acessível, e quem souber pegar essa onda agora vai estar muito mais preparado lá na frente.

Quer conhecer ótimas oportunidades de investimento além do dólar para 2025? Então clique aqui!

Autor

  • Klaus Silva

    Meu nome é Klaus e sou especialista em finanças pessoais. Estou aqui para apresentar informações valiosas sobre dinheiro, investimentos, finanças e tudo mais acerca de dinheiro. Conte comigo para guiá-lo às melhores decisões financeiras para você.

Leia também